Os 15 dias de intercâmbio serão direcionados a uma vivência técnico-científica, levando sempre em consideração aspectos do cotidiano no campo. A proposta é estimular a troca de conhecimentos entre alunos-visitantes, alunos-monitores (do IFMA e da UEMA) e professores, para buscar a melhoria dos processos de produção das comunidades de onde vieram.
Para participar do Intervivência Universitária, que tem apoio do CNPq, os estudantes precisam ter bom desempenho e comportamento em suas escolas, além de destaque na redação sobre o interesse em vivenciar o programa, encaminhada à coordenação.
“O intervivência Universitária tem o propósito de ser alicerce para o desenvolvimento dos estudantes e da região onde moram. Com isso, esperamos atingir um progresso educacional do homem rural”, destacou a coordenadora do Intervivência Universitária no Campus Maracanã, Jandira Pereira.
Coordenador do Intervivência Universitária, o professor Luís Carlos Rêgo Oliveira acredita que o programa consegue aproximar a universidade da sociedade, cumprindo um dos seus objetivos, que é a extensão. “Queremos suscitar dúvidas quanto a situação social que vivem hoje e do que esperam para suas vidas”, afirmou Rêgo.
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